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Curso Francês Centre Québec Curitiba - Francês e Cultura Québécois
Imigrantes e cidades no Québec
Picnic no parque ou brincadeiras na neve. Québec é uma província segura e cheia de vida lá fora.
Cidades no Québec
Leia alguns relatos de pessoas que já imigraram e tem informações que podem ajudar você a tirar suas dúvidas e também tomar a importante decisão de começar o processo de imigração para o Canadá.
Sherbrooke québec
Wal e PauloCidade de Gatineau
Wal, Paulo e Mel | janeiro 2006

Hoje completamos 4 meses de Quebec. Como o tempo passa....Fazendo uma avaliação desses período posso dizer que por enquanto tudo esta indo conforme planejamos. Estamos fazendo o curso de francês do governo, estamos tendo uma vida simples mas agradável e a cada dia vemos que nosso planos pro futuro tem todas as chances de se concretizarem.

Estávamos pensando sobre o que poderíamos ter feito antes que não fizemos e concluímos que nada, ou seja, fizemos tudo que estava ao nosso alcance e o melhor possível. Não tem nada que tenhamos nos arrependido, escolhemos a cidade certa, viemos no período do ano certo....

Talvez vocês achem que é uma visão otimista demais, mas hoje fizemos mesmo um esforço pra encontrar pontos obscuros, coisas que não gostamos aqui e coisas que poderíamos ter feito diferente. Não achamos. Talvez seja otimismo de imigrante. Bom o frio achei que seria pior. Estou surpresa pela nossa boa adaptação ao inverno. Agora já começo a me preocupar com o verão ( detesto aquele calorão de matar) a adaptação a língua eu achei que seria mais fácil. Achei que em 3 meses estaria falando bem, mas vejo que demora mesmo. Pra mim em 3 meses teríamos feito o curso de governo ( eu achava que entraríamos no avançado) e depois já estaríamos trabalhando. Já faz 4 meses que estamos aqui e vamos começar agora o avançado, depois vamos estudar mais 2 a 3 anos pra depois entrar no mercado.(cursos técnicos)

Apesar da diferença entre o que eu pensava antes e a realidade, estou feliz porque sinto que aqui podemos mesmo planejar assim, e que a necessidade de entrar logo no mercado vem da nossa cultura (medo do desemprego) dicas que eu daria a quem esta vindo:

1 - tenha consciência que aqui sua profissão não e reconhecida. Saiba que você vai ter que recomeçar em todos os sentidos (ainda vejo imigrantes reclamando que não podem trabalhar aqui com seus diplomas - sabemos disso antes de deixar o pais, assinamos um documento que nos informa disso. Quem fica chorando e querendo simplesmente continuar aqui a vida que deixou lá perde tempo e não sai do lugar)

2 - Saiba que a vida em um outro pais vai te virar de cabeça pra baixo e vai exigir de você e da sua família muitas mudanças em todos os sentidos, esteja preparado pra mudar.

3 - Saiba que vai haver um retrocesso, no inicio, no seu padrão de vida, vida de estudante não e fácil não. Saiba viver essa fase com prazer e aprenda a se divertir com isso.

4 - O mais difícil de toda a imigração é deixar a família e tudo que você conhece e ama no aeroporto de outro lado do mundo. Aprenda a viver um dia de cada vez e a amar esse lugar novo também.

5 - não existe lugar perfeito, se você tem duvidas sobre imigrar ou não, não venha.

6 - não aceite conselhos, leia tudo que puder, converse com pessoas, mas tire suas próprias conclusões.

7 - a gente só se arrepende do que não faz!

Wal, Paulo e Mel
Wal, Paulo e Mel | junho 2006

Pois é, ta nascendo.....9 meses de Quebec.... Por um lado a gente tem a impressão que faz séculos que mora aqui, por outro parece que acabou de chegar....

Passamos por várias fases. A primeira foi a fase da saudades, ou do questionamento. A gente sente muito a falta da família, da rotina, da casa, dos amigos.......se questiona se fez a escolha certa.

Depois vem a fase do esforço máximo pela adaptação. A gente percebe que tem muito que aprender pra conseguir fazer aquilo que a gente quer fazer ( ter uma vida legal, trabalhar num lugar legal, com um salário legal etc.). Tem 2 línguas novas pra REALMENTE aprender . Não só pra se virar, mas é preciso aprender a viver em um outro idioma. Tem uma cultura pra conhecer e pra tentar encontrar nosso lugar. A gente mergulha nessa aprendizagem a mil por hora...

Ate que não foram muitas fases (!)

Perceberam que não coloquei a fase do encantamento? É por que essa fase nós vivemos antes de chegar, imaginando como a vida aqui seria maravilhosa. Mas ainda bem que chegamos aqui com os pés bem no chão. Não sentimos nenhum tipo de decepção. Claro que não imaginávamos que nossa vida seria como ela é. E se alguém contasse que ela seria assim a gente não iria acreditar..rsrs.

Aproveito pra dar um alerta. Escutem com atenção os comentários feitos pelo entrevistador. Tenho lido muitos relatos e vejo que ele diz pra todos que é necessário um planejamento, ter opções de trabalho fora de sua área, disponibilidade pra recomeçar os estudos etc. Infelizmente tem gente que chega e começa a reclamar que seu diploma não é reconhecido, que não pode trabalhar na área e etc. Lembre-se : você foi avisado antes.....Então, comemorem sim, mas anotem tudo que ele disse....

Voltando as fases. Agora estamos na fase do :será mais longo que imaginamos...rsrs Estamos bem conscientes do caminho que escolhemos ( voltar a estudar ) e sabemos que serão 3 anos difíceis. – vida de estudante!!!Mas estamos otimistas!!!!!!

Nos arrependemos? NÃO Alguma vez pensamos em voltar? NÃO ( só pra visitar hihi)

Então é isso, 9 meses, a vida nova nasceu, deixou de ser só um projeto, ela já tem corpo próprio, agora só vai crescer e crescer.... Já não sinto tanto a barreira da língua ( a escrita ainda é O problema), entendo bem a TV e os jornais, Telefono sem ficar pensando antes o que vou falar ( se for e-mail, ai tem que pensar e muito rsrs)...Me sinto a vontade com meu sotaque, não tento nem quero falar com o sotaque daqui. As vezes as pessoas perguntam de onde sou. As vezes começam a falar inglês, (O recepcionista do posto de saúde achou que eu vinha do lado inglês ( essa é boa!).

Meu sotaque fala de mim, da minha história. Sim, sou imigrante, com muito orgulho!

Wal, Paulo e Mel
Wal, Paulo e Mel | dezembro 2006

E viveram felizes para sempre.

Chegamos ao ultimo capitulo desse blog. Pois é, nada é pra sempre...

Blog acaba sendo como uma novela, a gente espera os próximos capítulos, torce pelo mocinho, odeia o bandido mesmo sabendo que no fim tudo termina bem.É claro que nossa vida continua, a historia não acaba aqui, mas acredito que passamos a primeira etapa e a imigração não é mais o tema de nossa vida. Temos novamente uma vida comum, sem novidades maravilhosas a cada semana pra contar, e isso é muito bom, é o que viemos buscar aqui: estabilidade.

Hoje escreve meu ultimo post pra agradecer à todos os comentários e ao pessoal, amigos e família que nos acompanharam nessa aventura que é a imigração. Vamos deixar as informações aqui. Então o blog continua no ar, mas ele não será mais atualizado. Sei que tem blogs muito mais organizados e cheios de dicas que esse. Sei que o pessoal que está vindo não ficará sem ajuda não. Então respondendo a última pergunta desse blog:

Sim Valeu a pena.

Wal, Paulo e Mel
Wal e PauloCidade de Gatineau
Ana e Marcos | janeiro 2008

Um ano de Québec

Aos que buscaram novidades no blog as nossas desculpas pela falta de atualização. O primeiro ano é um tanto tumultuado pelas novas descobertas, que são muitas, e pelo esforço em redefinir nossas metas, nossos valores e nosso lugar na sociedade. Diríamos que passamos um ano nos desconectando da realidade vivida ainda no Brasil e depois mais um ano nos conectando à nossa nova realidade a ser vivida aqui no Québec. O balanço deste período é zero. « Zero ???? ». Sim, digamos que depois de investir nosso tempo, dinheiro, sentimentos, esperanças e sonhos nós tivemos como retorno uma boa acolhida, muito conhecimento, novas aventuras, novos sentimentos, uma nova perspectiva da vida. O investimento já se pagou dentro de um ano e agora é partir para o lucro, que tudo indica será grande.

Falando do investimento...

A falta da familia e dos amigos está sempre presente e hoje é fácil compreender o real significado da palavra . É uma saudade diferente. Saudade de um abraço, de um beijo, de um bom papo. Saudades dos « ajuntamentos » dos finais de semana em nosso apartamento com amigos, feijoadas, moquecas, caipirinhas, músicas, dança e risadas. Saudades do verão em São Chico e das festas em Campo Grande. Saudades do nosso menino: Vinicius.

Falando do retorno sobre o investimento...

Fizemos novos amigos brasileiros, québecois e de outras nacionalidades, passamos un ano estudando na universidade, participamos de um festival de tradições do mundo representando o Brasil, viajamos para Montréal, Québec e Ottawa além de outras cidades menores, fizemos nossa mundança de apartamento no dia 1o. de julho assim como quase todo mundo (uma verdadeira loucura), comemos muitas coisas diferentes (algumas muito boas e outras nem tanto),

E agora aos dividendos...

2008 se inicia com promessas de trabalho, estudo e novos projetos. O mercado de trabalho está aberto e nos dá a oportunidade de mostrar nossa capacidade e de conquistar nosso espaço. Vamos nós !

Bom, bem (como dizem por aqui), por enquanto é isso pessoal !

Ana e Marcos
Ana e Marcos | outubro 2009

Salut à tous !

Aqui vai nosso balanço de três anos no Québec :

Estamos morando atualmente em Saint-Nicolas, um bairro por assim dizer de Lévis, cidade vizinha à Ville de Québec que fica na região de Chaudière-Appalaches – na chamada rive-sud, à leste do fleuve Saint-Laurent. Embora a capital conte com muitos imigrantes de várias origens, para Lévis e a região de Chaudière-Appalaches isto é ainda uma novidade. Estima-se que existam apenas 2.000 imigrantes em Lévis que tem mais ou menos 130 mil habitantes. A cidade, porém, nos revelou-se uma grata surpresa com aluguéis acessíveis e apartamentos amplos e de boa qualidade. A cidade conta ainda com algumas indústrias, uma refinaria, um porto, um estaleiro, empresas de serviço e comércio, uma universidade, um Cégep, além de outras facilidades. O acesso à Québec se dá por duas pontes ao sul da cidade (10 a 30 minutos) além do ferry-boat (15 minutos) que liga centro de Lévis ao centro da capital.

Entre novembro de 2006 e abril de 2009 nós moramos em Sherbrooke, onde estudamos francês na universidade e começamos a trabalhar nas áreas de administração (Ana) e informática (Marcos). Uma transferência no emprego foi o motivo da nossa mudança de Sherbrooke para Lévis. Se a mudança de Sherbrooke por conta do trabalho foi uma necessidade para nós e para outros, existem também alguns casos de mudança para Sherbrooke pelo mesmo motivo. Certas áreas de profissão são muito requisitadas na região de Estrie (Sherbrooke e arredores) enquanto outras encontram mais oferta em outras regiões como Montréal, Québec, Gatineau, etc. Uma boa pesquisa é sempre necessária. Bem, guardamos boas lembranças de Sherbrooke e muitos amigos québécois e brasileiros que revemos frequentemente pois moramos à 2:00h de estrada de lá.

Falando um pouco da adaptação vemos que a falta de preparo, a falta de um objetivo bem estabelecido e a língua são as principais adversidades encontradas. É certo que o paraíso não existe, e aqui como em qualquer outro lugar é necessário esforço, estudo e seriedade para obter o sucesso. A compreensão e a integração à sociedade e à cultura, sem que para isso seja necessário esquecermos de onde viemos, são também fundamentais para quem quer viver aqui.

Bem, depois de três anos e muitos altos e poucos baixos estamos enfim felizes e satisfeitos com a vida que levamos. Em breve daremos entrada no pedido de cidadania que esperamos receber poucos meses depois de retornar do Brasil – nossa primeira visita desde que chegamos aqui. Nos tornaremos então felizes franco-canado-brasileiros, luso-brasilo-canadenses, Innu-tupiniquins ou qualquer coisa do gênero.

Finalmente, diríamos que a imigração certamente não é para todos. Saudades da família e dos amigos, a queda na qualidade de vida (geralmente deixamos emprego, casa, bens e recomeçamos com quatro ou cinco malas) e hábitos alimentares diferentes entre outros são fatores que pesam muito no início. Porém aqueles que aprendem a língua e se adaptam, superam com mais facilidades estes e outros obstáculos. Vale à pena, isto é certo.

E antes que nos esqueçamos : oui, y fait frette en tabarouette !

Abraço à todos e boa imigração.

Ana e Marcos
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Veronica e Davi | agosto 2008

A gente esta em Sherbrooke e posso dizer que aqui na Universidade de Sherbrooke ta faltando professora de francês que saiba ensinar a língua... não quer vir pra ca dar um jeito nisso??...hehehehe. Fizemos o curso na seção de verão na universidade e o ultimo curso foi muito ruim....gramática com professora ruim não combina nem um pouco. Lembramos de você e da Tati....a gente desaprendeu um pouco do que vocês tinham ensinado, mas nada muito serio. O Davi começou o MBA ontem e eu o doutorado.....pelo menos já consegui que meu directeur assinasse a ficha de inscrição. Somos vizinhos do Marcos e da Ana Lidia e volta e meia nos encontramos por aqui. Bom, de Sherbrooke eu posso falar que é linda....muito boa de morar...e tem até praia (no Blanchard é ótimo pra Isabelle).

Por favor, manda um beijo enorme para Tati, Adriano e Regina e guarda um com você bem grandão também. E obrigada pelas exigências de espelhinho na pronuncia....temos recebido muito elogios aqui, apesar de estarmos a apenas 5 meses morando no Québec.  

Beijos,
Veronica e Davi
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Marcela e Iuri | Janeiro 2010

Chegamos aqui em maio. O tempo estava bom o que ajuda bastante a se organizar no começo. Tivemos mta sorte, pois ja chegamos com um apartamento alugado. Conhecemos uns amigos por intermedio da Ana Ligia e do Marcos quando viemos aqui em 2008. Fomos no ape deles e gostamos. Quando estavamos para vir pedimos ajuda para alugar um ape e eles conseguiram um igual ao deles para a gente só que em outro bloco. Chegamos do aeroporto e fomos direto pegar as chaves. Isso foi ótimo, pois Phoebe e Choco vieram junto. E ir para um lugar temporário com 6 malas e 2 gatos não seria nada facil.

No começo foi tirar toda a papelada (numero d'assurance social, carteira de motorista, carteira de residente permanente etc) e arrumar as coisas. Não é fácil montar uma casa do zero. Só agora depois de mtos meses podemos dizer que ela está com cara de casa e mesmo assim ainda falta coisa :) Em duas semanas comecamos um curso de francês na Universidade de Sherbrooke. (daqui a pouco volto a falar do francês). Depois de 2-3 meses de curso de francês, o Iuri resolveu fazer um outro mestrado. Agora na area de BI que está em demanda aqui na propria USherbrooke. É super puxado, mas ele está adorando e está valendo super a pena. Foi uma ótima maneira que ele encontrou para fazer a integração dele também. E eu já estou trabalhando. Comecei como temporária em setembro e depois de 2 meses eles me contratraram. É na Sherwood, uma empresa de hockey super conhecida. Para mim tem sido um desafio e tanto, pois conheco mto pouco de hockey. Mas, aos poucos, vamos aprendendo! Ainda não é 100% na minha área de Marketing, desenvolvimento de produto. É na área de Atendimento ao Cliente, mas tem sido uma excelente experiência para começar. Sem falar que já rompi a barreira do primeiro emprego québecois. E já tenho uma certa estabilidade.

Quanto ao francês aqui em Sherbrooke tem 3 opções. Francisação do governo, Centre Saint Michel e Universidade. A opção por cada um é bem pessoal. Na minha opinião depende mto dos objetivos individuais e do nivel de francês com que a pessoa chega. Mas cada um tem vantagens e desvantagens. Além de não termos tido direito à francisação, achamos que a universidade era o mais adequado para o nosso perfil. Um curso mais intensivo, rápido e dinamico. O que vc vê na francisação em 1-2 meses, mais ou menos, vc ve em 2 semanas na Universidade A desvantagem é que o curso da Universidade é pago, mas vc tem a opção de pegar um empréstimo com o governo e se vc tiver estudando a tempo pleno tem direito a uma bolsa. No começo, na sessão de verão, fizemos o intensivão do Microprograma de Francês. Na sessão de outono fiz uma matéria de Correção fonética e agora na sessão de inverno estou fazendo uma de Particularidades do francês falado no Québec. Estou adorando, principalmente pq a professora é québécoise. Isso é uma outra história. O frances e o québécois sao bem diferentes! E ter aulas no Centre Québec, ouvir musicas, ver filmes québécois ajudam mto!!! E quanto maior for a sua base de francês, melhor e mais fácil será a integracao e adaptação! Outra coisa que não se deve deixar de lado é o inglês. Claro que o inglês aqui não é usado como em Montreal, mas é super importante também. Por exemplo, no trabalho, falo 90% do tempo em inglês já que a empresa atende todo o Canada e EUA.

Quanto ao inverno tem sido tranquilo. O pessoal diz que este inverno não tem sido tão rigoroso assim. Ja pegamos -33°C com a sensação termica! O vento é que mata, mas bem agasalhado a gente se vira. Ja teve dia que voltou para a casa dos 0°C . E sem brincadeira, a gente sente até calor! (nunca achei q fosse dizer isso algum dia…) Para ver como é tudo mto relativo. Agora fica mais facil entender quando é primavera e está fazendo seus 8°C com sol e o pessoal está na varanda tomando sol de biquini!!! Teve um dia agora em janeiro que fez 9°C positivos. Ninguém acreditava, só que chovia….

Fizemos raquette pela primeira vez e adoramos!!! Este é o segredo. Aproveitar o melhor de cada estação!!!

Enfim, resumidão é isso. Estamos adorando a nova experiencia e desafios!

Beijos,
Marcela
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